segunda-feira, 13 de julho de 2009

Alô?

Parece que esse descanso durou um pouco mais do que eu esperava. Mas o medíocre está de volta... escrevendo para a multidão enlouquecida novamente (ohhhhhhhhh)!

Pô, esses dias estava vendo TV e comecei a tentar entender as promoções das companhias de telefonia, fixa e móvel.

Sem sucesso...

Alguém aí entende?

Então uma delas dá trocentos minutos pra falar com não sei quem, sendo fixo, porém num horário tal e o primeiro minuto você paga, os outros não paga. Mas se você liga pra um móvel, aí...

Bom, sei lá... Quanto vale um minuto? Quanto vale um minuto seu pra falar com um filho viajando? Ou então pra perguntar pra uma amiga que roupa a fulana tava usando na festa da sicrana?

Eu acho tão podre os serviços de telefonia no Brasil que só em pagar já dá desgosto. Aí eles te dão celulares pra você se amarrar num contrato de um ano no mínimo e depois te tucham uma multa se você olha pro lado...

A tal da Oi vende uma imagem de boazinha, mas também quer seu dinheiro suado, não se engane. Serviço bom mesmo, ouvi dizer que não tem.

O Speedy que tá ferrando todo mundo porque vendeu mais do que podia e agora fica tentando se desculpar. A Anatel tá de olho!

O fato é que nos telefones antigos não tinha agenda que a gente perdia (a cadernetinha tava na gaveta), não tinha música que a gente atulhava no aparelho, não caía e quebrava e dava desespero.

Não tinha GPS mas todo mundo ia pra festa. Não tinha SMS mas todo mundo se encontrava. Não tinha câmera, mas todo mundo ia na casa da tia e tinha que ver as fotos das férias na praia. Não tinha tecladinho minúsculo pra gente errar as teclas, nem touch screen pra gente melecar de gordura. Ou joguinhos pra passar o tempo no busão.

Prós e contras, o telefone tá sempre de cara nova, mas fazendo praticamente o mesmo: espalhando fofoca e derrubando a linha na hora que a gente mais precisa.

Tu, tu, tu....